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Plataformas móveis

31 de julho de 2009
Após ter lido este artigo e este artigo, fiquei com impressões dispares e com opinião diferente de ambos.

Concordo com a opnião de que actualmente 6 plataformas é um exagero, uma vez que a diversidade nem sempre trás melhoria e evolução, uma vez que em vez de revolucionar tende a competir. E para competir basta sermos melhores, não precisamos de ser diferentes.

Na minha perspectiva, acho que temos de dividir por escalões as plataformas, porque se é verdade que existem as 6 maiores - iPhone OS, Android, WebOS, Symbian ( e não S60 como dizem no artigo), Windows Mobile e Blackberry - existem sempre os sistemas proprietários que acabam por ter o seu impacto - Samsung, LG, Nokia, Sonyericsson - ao nivel dos telefones mais básicos, ou dumbphones, que ainda terão a maior fatia do mercado.

Embora em Portugal exista a perspectiva de que ostentar um telefone de custo elevado é sinal de algum status quo - e digo com o maior conhecimento possivel, dado as funções de desempenho - a época de crise permite que as pessoas com algum sentido de honestidade ou pelo menos 3 neurónios funcionais se apercebam que não vale a pena pagar por funções que não usam. E ai, são os Nokias com S40, os Samsungs com TouchWiz ou os LGs com Cube que vão ter a sua quota de mercado a crescer.

Portanto na minha perspectiva, serão os fabricantes a ter a ultima palavra. Nesse sentido, a Apple ao manter o iPhone OS exclusivo, e tendo a sua legião de fãs, será a unica que não vai lutar nessa guerra, isto porque a Palm já avento ua possiblidade de licenciar o WebOS, e a HTC anunciou que vai ter no seu catalogo de dispostivo 50% de Androids. Depois sim, vai haver a influencia dos developers. Porque se eu pretender comprar um telefone "exclusivamente" para email, de que me interessa se existem ou não muito jogos? Ou se quero um telefone com a capacidade de tirar fotos e videos de alta resolução, para que razão quero ter aplicações de Twitter? Neste momento esta é realidade em Portugal, e de certeza que o será noutros paises.

Portanto, a minha aposta vai para a decisão dos fabricantes em apoiar plataformas e não nos developers (não fiquem trsites, voces tem impacto, mas também não tanto!)


HTC Magic - A minha opinião

27 de julho de 2009
Tive oportunidade de experimentar um HTC Magic da Vodafone com Android. Tendo já testado o iPhone e o iPhone 3G, além da Blackberry Storm, o Nokia 5800 Express e (muito ligeiramente) o N97, acho que posso dar uma opinião concreta sobre este aparelho.


Este aparelho tem um visor bastante grande e com boa visibilidade, e que responde bem aos inputs com os dedos. O teclado qwerty em landscape é agradavel, em portrait é aceitavel. podemos ainda optar pelo teclado tradicional de um telemovel. Mas em qualquer dos casos o haptic feedback ajuda bastante para termos a certeza que não nos enganamos. Isso é uma vantagem em relacção ao iPhone e funciona melhor que o clickscreen da Storm.

Quando a resposta, tem um desempenho dentro do normal.E digo isto porque o que usei estava praticamente vazio, apesar de ter testado um outro, já bem carregado e que demorou um pouco mais.

O modo de uso é muito simples, bastando clicar com alguma pressão no ecrã para adicionar widgets ou atalhos, clicar na tecla do menu para mudar o wallpaper ou aceder às definições ou carregar no botão de search para pesquisar no Google.

Por falar em pesquisa, o browser é engraçado, mas sem pinch para zoom in/out, torna-se um pouco desadequado. Temos de usar os botões zoom in/out que aparecem no fundo do ecrã.

Tem a vantagem de já trazer o DocumentstoGo e um cliente de e-mail para Pop3/Imap4 e Microsoft Exchange já incluido. No entanto podemos sempre ter bastantes aplicações através do Android Market, para o Twitter, Facebooks e afins, assim como leitores de video, programas para gravar e fazer streaming como o Qik, ou controlo remoto para o VLC.
Além disso, na categoria jogos podemos encontrar jogos tipicos para móveis com algum interesse, apesar de trazer já o Teeter, um jogo com recurso ao acelerómetro. Acelerómetro esse que funciona bem no processo das transições entre modo portrait e landscape.


Como nota negativa tenho falar sobre a câmara. 3,2 Mpx não é nada de especial, e a ausência de um flash diminui um pouco a possibilidade de tirar fotos em pouca luminosidade. Além disso o controlo da camera está mal pensado, porque não me parece que tenha qualquer lógica usar uma trackball para focar e fotografar. Além disso, não permite usar a câmara sem o cartão de memória.
Outro pormenor é a ausencia de entrada audio dedicada jack 3,5mm.neste altura já deviam ter aprendido, até porque o Galaxy já traz. Felizmente o HTC Hero já resolveu isso...

A nivel de integração com os serviços do Google é óptimo e muito prático para quem já usa os serviços deste.Tudo fica interligado e as interfaces semelhantes tornam-se mais familiares.

Em resumo, é uma boa opção para quem não aprecia a Blackberry Storm ou não acha que o iPhone valha o dinheiro que pedem, e pretende algo diferente de um Nokia, algo mais OpenSource. Se gostam de coisas diferentes e usam serviços da Google, e não se preocupam com o facto de ser um sistema operativo novo.

Se em contrapartida, gostam de ter cópias de segurança de tudo no pc, não são fãs dos serviços da Google ou preferem algo mais maduro a nivel de S.O. não é a melhor opção certamente.

Eu pessoalmente sinto-me tentado a adquirir uma, mas para já vou esperar para experimentar o Samsung Galaxy e ver se o HTC Hero chega cá.Se entretanto o preço baixar, já tenho de repensar esta estratégia...

Em baixo, mais algumas fotos
















Live Android - para que?

14 de julho de 2009
Antes que comecem por descascar em mim após terem lido o titulo, deixem-me explicar :)

O conceito do Live Android é excelente, afinal quantos de nós não estarão cheios de curiosidade de testar o Android? Eu proprio já cheguei a usar uma imagem do VirtualBox para ver como funcionava. E foi isso que me levou a esta ideia.
Para que testar um sistema operativo móvel num pc? Temos touchscreen? Não. Temos uma trackball? Não. Temos algum modulo de telefone? Não. Então não temos forma de testar a fundo o sistema operativo? Não!!!

Logo deixa de ter sentido. Qual a piada de usar o iPhone OS com o rato num ecrã de 13,3"? Nenhuma, digo eu!

Para isso podem é optar por corre-lo nuns HTCs como o Diamond, o Touch Cruise, o Touch (versão CDMA) ou o TyTn II. Dêm um salto aqui e vejam como fazer.

Já experimentei num Diamond e fica muito interessante. Cheio de limitações, uma vez que são ports não oficiais, mas interessantes mesmo assim. Não dá para substituir o WinMobile, mas já fica bem mais alegre à vista :)

Google Chrome OS

8 de julho de 2009
E não é que agora vão ter um OS?

Embora não seja supresa, já que muita gente tinha falado nessa possibilidade, estou curioso para ver como será.

O Chrome é um bom browser, a função de cada separador ter um processo é excelente, no que toca a usar sem perder todo o browser, mas fora isso não me fascina. Eu continuo a preferir o Firefox.  Tenho de admitir que o Firefox vai na versão 3.5 e o Chrome na 2.0.x, o que significa que o Chrome tem muito para crescer.

Desconheço de momento se tem capacidade para lidar desde já com HTML 5, mas se tiver o facto de não ter ainda muitas extensoões tornar-se-á secundário.

Seguindo a mesma linha de raciocinio, um Chrome OS, dirigido para netbooks e vivendo essencialmente da Web, sendo leve e rápido parece-me uma boa ideia, até porque se dirige a um segmento diferente do Windows e OS X. E funcionando sobre processadores ARM além de X86, torna-se meio caminho andado para associar-se aos Smartbooks com Snapdragon, ou com nVidia Tegra.

Ai o seus adversários seriam o Linux - e não necessáriamente pois este OS acenta sobre um kernel linux - e o Windows CE, algo muito muito limitado. Se bem que uma port de Android não seria descabido de todo...

Podem ver o anuncio do Chrome OS aqui



Android e Snapdragon = Equipa Vencedora?

6 de junho de 2009
Já algum tempo que se se vêm falando na posibildiade de netbooks com android.

Desde o Asus Eeepc até um Acer Aspire One D250 que vira em dual-boot - noticia avançada pela Acer, na computex 2009, o Android tem estado em voga.

Neste momento estou mais ansioso por pôr as mãos no HTC Magic ou mesmo no Samsung Galaxy, que embora lhes falte o meu querido teclado qwerty, serão uns bons brinquedos para testar.

E com os actuais aditivos de internet da Vodafone - 250 Mbs por 10 euros é no minimo interessante para acesso em telemóveis - acho que vão estar na minha óptica de estudo.

Contudo, e como a próxima bomba, na minha perspectiva, em termos de mobildiade será o novo chip da Qualcomm, o Snapdragon - que para quem não sabe é um chip que combina 3G, HSDPA a 7,2 e HSUPA e 5,6, WiFI e GPS, em algo minúsculo, com 1Ghz de velocidade, e capcidades graficas 2D/3D e com uma capacidade para manter um telefone vivo durante um dia inteiro a funcionar, há que ver o que os netbooks - ou segundo a qualcomm, smartbooks - vão usar, dado que estes processadores não correm windows.

Entre o Android então.

Neste video está um netbook da Compal, um ODM - produz para as marcas como a Asus ou Acer - que até tem um interface modificado mais apelativo a quem usa pcs



A vossa atebção, isto vai ser muito melhor que os Atoms...

Android - O (novo?) iPhone Killer?

23 de setembro de 2008

Há algo que tenho de deixar assente: Apesar de usar Mac OS X e não o trocar por nada,mesmo após ter usado Windows desde o 3.1, não morro de amor pelo iPhone.

Acho que o iPod Touch e um Nokia N73, por exemplo é um combinação melhor. Até porque este mais este ficam bem mais baratos e atingem praticamente as mesmas funções.

Ok ,não tem GPS, mas podem trocar pelo Nokia 6210 Navigator e teremos as mesmas funções. Sim, são 2 aparelhos,mas é melhor opção no meu ponto de vista.

Dito isto, serve o post para marcar o lançamento do Android e do HTC G1, o suposto GPhone.



As especificações são interessantes ( GPS, Ecrã tactil de 3", Camara 3Mpx, Gmail com Push, GMaps com Street View) e depois tem o Android Market - a App Store da Google - e aplicações muito interessantes. Vejam o Locale por exemplo...

Existe um ponto muito importante: É Open-Source o que o permite um maior numero de programadores do que o iPhone.

Vamos agora ver a aceitação do publico e a forma como ele chega a Europa em 2009. Para já fiquei com a pulga atrás da orelha...

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